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Leis de UX

As 20 Leis de UX Design

Saiba como aplicar as 20 Leis da UX para melhorar a experiência do usuário no seu produto.

Descubra o caminho para aprimorar a experiência do usuário em seu produto aplicando as 20 Leis da UX. Este guia prático oferece insights valiosos sobre como integrar princípios de design eficazes, garantindo uma interação mais positiva e satisfatória para seus usuários. Aplique essas leis e transforme a experiência do usuário, elevando a qualidade e a usabilidade do seu produto.

Efeito Estético-Usabilidade

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O design com um visual agradável pode melhorar a usabilidade, conforme demonstrado por um estudo de 1995 conduzido por Masaaki Kurosu e Kaori Kashimura do Hitachi Design Center.

Ao testarem 26 variações de uma interface com 252 participantes, eles descobriram que a correlação entre a atratividade estética percebida e a facilidade de uso é mais forte do que a correlação com a facilidade de uso real. Isso sugere que os usuários são influenciados pela estética ao avaliar a funcionalidade de um sistema.

No entanto, é importante reconhecer os limites desse efeito. Embora um design bonito torne os usuários mais tolerantes a pequenos problemas de usabilidade, não pode compensar problemas significativos.

A harmonia entre forma e função é crucial. Quando a usabilidade é comprometida pela estética ou quando surgem problemas graves, os usuários podem perder a paciência, resultando no abandono do site.

Conclusão:

  • Design esteticamente agradável melhora a tolerância a problemas menores de usabilidade.
  • A atratividade estética gera uma percepção positiva, levando os usuários a acreditar em um desempenho superior do design.
  • O design esteticamente agradável pode ocultar problemas de usabilidade, dificultando a detecção durante os testes.

2. Limiar de Doherty

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A produtividade é maximizada quando a interação entre um computador e seus usuários ocorre em um ritmo inferior a 400 milissegundos, garantindo que nem o computador nem o usuário precisem esperar um pelo outro.

Em 1982, Walter J. Doherty e Ahrvind J. Thadani redefiniram o requisito de tempo de resposta do computador para 400 milissegundos, em comparação com os anteriores 2.000 milissegundos (2 segundos), conforme estabelecido anteriormente.

Se um comando humano for executado e a resposta for recebida em menos de 400 milissegundos, é considerado superior ao limite de Doherty, tornando o uso desses aplicativos “viciante” para os usuários.

Conclusão:

  • Proporcione feedback do sistema em menos de 400ms para manter a atenção dos usuários e aumentar a produtividade.
  • Utilize o desempenho percebido para melhorar o tempo de resposta e reduzir a sensação de espera.

 

3.Lei de Fitts

3-Lei de Fitts
3-Lei de Fitts

A Lei de Fitts nos diz que o tempo que a gente leva para clicar em algo na tela depende de duas coisas: o quão longe está o que a gente quer clicar e o quão grande é esse “algo”. Se está longe e é pequeno, demora mais tempo.

Imagina assim: se você tem que apontar para algo longe e pequeno, vai demorar mais do que apontar para algo perto e grande. Em 1954, um psicólogo chamado Paul Fitts descobriu isso. Ele mostrou que, se algo é longe, mas grande, é mais fácil e rápido chegar até lá.

E isso é importante quando a gente usa computadores, celulares e tablets. Por exemplo, se os botões na tela são muito pequenos e estão muito longe uns dos outros, vai demorar mais para a gente clicar neles. Então, designers seguem essa ideia para fazer botões grandes, com espaço entre eles, para ser mais fácil e rápido a gente tocar neles.</p.

Conclusão:

A Lei de Fitts ajuda a gente a entender que os botões na tela devem ser grandes o suficiente, espaçados direitinho e colocados onde a gente pode alcançar fácil. Assim, a gente não perde tempo e consegue fazer as coisas de maneira mais rápida e certinha.

 

4. Leis Hick

4 Lei de Hick 1

Entendendo a Lei de Hick no Design

Você já teve a sensação de ficar um pouco perdido ao usar um aplicativo ou site, sem saber para onde ir ou o que escolher? A Lei de Hick no design, embora pareça complicada, é algo que afeta diretamente a forma como interagimos com as coisas ao nosso redor. Vamos desvendar esse conceito de uma maneira fácil de entender!

O que é a Lei de Hick no UX Design?

Em palavras simples, a Lei de Hick no design de experiência do usuário (UX) trata de quanto tempo uma pessoa leva para tomar uma decisão quando confrontada com várias opções. Quanto mais opções apresentadas em uma tela, mais tempo pode levar para o usuário decidir o que fazer.

Por que isso é importante para você?

  1. Facilidade de Uso: A Lei de Hick influencia diretamente o quão fácil é para você usar um site, aplicativo ou qualquer coisa digital. Menos opções geralmente significam uma experiência mais simples e fácil de entender.
  2. Rapidez nas Decisões: Se você já se viu pensando demais sobre o que clicar em um site, isso pode ser devido à Lei de Hick. Ter menos escolhas pode tornar a tomada de decisões mais rápida.
  3. Evitar Confusão: Em um mundo digital cheio de informações, designs mais simples evitam que você se sinta confuso ou sobrecarregado.

Como os Designers lidam com isso?

  1. Menus Simples: Os designers tentam criar menus com poucas opções para facilitar sua navegação. Isso significa que você não precisa perder tempo procurando o que deseja.
  2. Organização Intuitiva: Os elementos na tela são organizados de maneira que façam sentido. Se algo está relacionado, geralmente está próximo um do outro.
  3. Instruções Claras: Os designers usam textos e imagens para explicar como usar algo, tornando a experiência mais fácil para todos, mesmo para quem está usando pela primeira vez

“O designer que entende as consequências da Lei de Hick pode aumentar a eficiência de seus projetos.”

Conclusão:

A Lei de Hick no UX Design é basicamente sobre tornar as coisas simples para que você possa aproveitar ao máximo suas interações online. Entender que menos opções muitas vezes significa uma experiência mais fácil pode fazer com que você se sinta mais à vontade ao explorar o mundo digital. Da próxima vez que usar um aplicativo ou site, observe como as escolhas de design afetam a rapidez e a facilidade com que você navega.

Fonte:

http://www.cesumar.br/epcc2009/anais/willian_braganholo.pdf

 

5.Lei de Jakob

5 Lei de Jakob 1

“Os usuários passam a maior parte do tempo em outros sites, indicando a preferência por interfaces semelhantes às já conhecidas. A Lei de Jakob, criada por Jakob Nielsen, co-fundador do Nielsen Norman Group com o Dr. Donald A. Norman, propõe a ‘engenharia de usabilidade com desconto’ para aprimorar interfaces de forma rápida e econômica. Nielsen introduziu métodos como a avaliação heurística.Segundo a Lei, os usuários favorecem aplicativos semelhantes aos que já utilizam, buscando familiaridade. Assim, ao adotar padrões de design conhecidos, como o formato ‘stories’ do Instagram, simplificamos o processo de aprendizado. Os principais pontos destacam que as expectativas criadas em torno de um produto familiar são transferidas para interfaces semelhantes. Ao alavancar modelos mentais existentes, promovemos experiências superiores, permitindo que os usuários se concentrem em suas tarefas, evitando a necessidade de aprender novos modelos. A minimização da discordância é alcançada ao capacitar os usuários a continuar usando uma versão familiar por um período determinado.”

“Jakob Nielsen, diretor do Nielsen Norman Group, criou a Lei de Jakob. Ele co-fundou a empresa com o Dr. Donald A. Norman, ex-vice-presidente de pesquisa da Apple Computer. Nielsen introduziu a ‘engenharia de usabilidade com desconto’ para aprimorar interfaces de forma rápida e econômica, desenvolvendo métodos como a avaliação heurística.

De acordo com a Lei, usuários preferem aplicativos familiares, simplificando o aprendizado com padrões de design conhecidos. Por exemplo, o formato ‘stories’ do Instagram é vantajoso, pois os usuários já estão familiarizados com essa interface.”

Conclusão:

  • Os usuários transferem as expectativas criadas em torno de um produto familiar para outro que parece semelhante.
  • Ao alavancar os modelos mentais existentes, podemos criar experiências de usuário superiores nas quais o usuário pode se concentrar em sua tarefa, em vez de aprender novos modelos.
  • Minimize a discordância, capacitando os usuários a continuar usando uma versão familiar por um tempo limitado.”

6. Lei da Região Comum

6-Lei da Região Comum
6-Lei da Região Comum

Elementos são percebidos em grupos quando compartilham uma área com um limite claramente definido. Os princípios de agrupamento, também conhecidos como leis da Gestalt, são um conjunto de diretrizes psicológicas propostas pelos psicólogos da Gestalt para explicar a tendência natural humana de perceber objetos como padrões organizados, seguindo o princípio de Prägnanz.Os psicólogos da Gestalt afirmam que esses princípios existem devido à disposição inata da mente para identificar padrões no estímulo, regidos por certas regras. Esses princípios são categorizados em cinco grupos: proximidade, semelhança, continuidade, fechamento e conexão.

Principais pontos:

Adicionar uma borda a um elemento ou grupo facilita a percepção de uma região comum.
Uma região comum pode ser criada ao definir um plano de fundo para um elemento ou grupo

7-Lei de Prägnanz

7-Lei de Prägnanz
7-Lei de Prägnanz

A Lei de Prägnanz é um princípio da psicologia que diz que as pessoas têm a tendência de perceber e interpretar as coisas da forma mais simples e organizada possível. Em outras palavras, nosso cérebro prefere padrões simples e claros em vez de algo confuso e complicado.
Vamos imaginar que você está lendo um livro chamado “A Aventura na Floresta Mágica”. Nessa história, existem muitas árvores, flores e animais diferentes. Agora, se o autor escrevesse de uma maneira confusa, misturando todos esses elementos sem uma ordem, seria difícil entender a história, certo?
Aqui é onde a Lei de Prägnanz entra em ação. Se o autor organizar a história de uma maneira clara, com os personagens principais, os eventos importantes e os lugares destacados, você conseguirá entender e aproveitar a aventura muito melhor. Isso porque nosso cérebro prefere entender as coisas de maneira simples e organizada.
Então, podemos dizer que a Lei de Prägnanz é como um guia para os escritores e ilustradores de livros infantis. Eles usam essa lei para garantir que a história seja contada de uma forma que seja fácil de entender e aproveitar, fazendo com que a leitura seja uma experiência mais agradável e divertida para as crianças.

Abaixo alguns livros que você pode entender melhor sobre este principio:

* Livros sobre Psicologia da Gestalt:
* “Princípios de Psicologia da Forma” de Wolfgang Köhler
* “Gestalt Psychology: An Introduction to New Concepts in Modern Psychology” de Kurt Koffka
* Livros sobre Design e Narrativa Visual:
* “The Elements of Graphic Design” de Alex W. White
* “In the Blink of an Eye” de Walter Murch
* “The Shape of Design” de Frank Chimero
* Artigos Acadêmicos:
* Procure por artigos acadêmicos em bases de dados como Scopus, PubMed ou Google Scholar usando termos como “Gestalt psychology in children’s literature” ou “Prägnanz principle in storytelling.”

Leitura complementar:
https://lnkd.in/d9f7eg_m

Fonte:
https://lawsofux.com/

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